08/04/2021 Portal A Tarde A Bamin (Bahia Mineração S/A) arrematou o trecho 1 da Ferrovia da Integração Oeste-Leste (Fiol) nesta quinta-feira, 8, em leilão realizado na Bolsa de Valores de São Paulo. Com o lance de R$ 32,7 milhões, a companhia será responsável pela administração da via de 537 km, entre Ilhéus e Caetité, durante os próximos 35 anos. A companhia foi a única interessada na administração do trecho, em um leilão sem concorrentes. A Bamin opera a Mina Pedra de Ferro, no município de Caetité, que depende da conclusão da ferrovia para que o minério possa ser escoado. A expectativa é que a mina produza até 18 milhões de toneladas por ano. “Hoje estamos encurtando a distância entre o presente e o futuro do desenvolvimento da Bahia e do país. A Fiol será importante não só para a mineração, mas também para o agronegócio, além de outras cadeias produtivas. Com a Mina Pedra de Ferro, a FIOL e o Porto Sul a BAMIN contribui efetivamente para impulsionar um novo ciclo de crescimento e desenvolvimento, alavancando a Bahia ao terceiro maior produtor de minério de ferro do País, comemorou o presidente da Bamin, Eduardo Ledsham. O secretário de Infraestrutura da Bahia, Marcus Cavalcanti, celebrou o resultado. “A concessão da Fiol vai proporcionar uma mudança no desenvolvimento econômico e logístico do estado. A Bamin, vencedora do leilão, também está construindo o Porto Sul, em Ilhéus, e a conclusão da licitação vai dar um horizonte para que a execução dos próximos passos do porto seja feita de forma paralela à ferrovia”, afirmou. Gerente de Estudos Técnicos da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Ricardo Kawabe avaliou como positiva a concessão da ferrovia à iniciativa privada. “A concessão do primeiro trecho da FIOL, de Ilhéus a Caetité, resultará em investimentos de R$ 3,3 bilhões nessa ferrovia, que é vital para o desenvolvimento da Bahia. Entendemos que o resultado do leilão foi positivo, por repassar a responsabilidade do projeto à iniciativa privada e ao maior interessado em sua rápida conclusão, a Bamin”. O secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, parabenizou o Governador Rui Costa, “que foi um árduo defensor para que esta obra chegasse a este ponto”, e também o ex-governador e senador Jaques Wagner, “que foi um visionário e desde o início trabalhou por esta Fiol, trabalhou pelo Porto Sul e foi no seu governo o lançamento dessas primeiras propostas. Junto com o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, João Leão, tivemos a oportunidade de brigar pelo nascimento da Fiol. Esta ferrovia é uma conquista de suma importância para a produção mineral e agrícola em nosso estado. “, destacou. “Junto com a Ferrovia Centro Atlântica, que espero que os problemas de necessidade de investimentos sejam logo resolvidos, teremos duas grandes malhas do nosso eixo de logística, entregando para a Bahia uma ferrovia capaz de responder aos gargalos que temos hoje na área de logística tanto para mineração quanto para escoamento de produtos no estado. O fato da Bamin ganhar o certame é importante porque na prática já está trabalhando no Porto Sul, que também já está em obras”, completou Pinheiro. Em nota, Sindicato das Indústrias Extrativas (Sindimiba) afirmou que “a Mineração na Bahia vê com muito orgulho, alegria e satisfação essa conquista. Certamente um marco no desenvolvimento do Estado. É importante ressaltar que para além de impulsionar a indústria no Sul da Bahia, essa é uma conquista decisiva na geração de mais emprego, mais renda e impostos, proporcionando competitividade para as empresas e maior qualidade de vida às muitas famílias baianas.”. “A construção e a conclusão da FIOL junto com o Porto Sul não é uma iniciativa que vai beneficiar uma única mina e um único setor, é antes um projeto que trará benefícios ao Estado como um todo em seus diversos setores e certamente refletirá em impactos socioeconômicos bastante positivos para o Brasil.”, conclui o Sindimiba. Carlos Tramm, presidente da Companhia Baiana de Pesquisa e Mineração (CBPM), classificou o resultado como uma vitória da Bahia. “A vitória da Bamin é também uma vitória dos baianos, deste que é o maior projeto de desenvolvimento econômico do século 21 no nosso estado. Agora temos que continuar lutando para que a FCA [Ferrovia Centro-Atlântica] torne-se também um grande corredor logístico e de desenvolvimento da Bahia.”, disse. “Neste momento, tenho uma sensação de dever cumprido. Através da Comissão da Fiol [na Alba] destravamos muitas questões que impossibilitavam a continuidade do projeto junto ao TCU, ao IBAMA e outros órgãos, e agora com a subconcessão, a Fiol finalmente terá um importante trecho concluído. Fiol e Porto Sul trarão uma grande mudança no desenvolvimento econômico para o nosso estado “, destacou a deputada estadual Ivana Bastos (PSD). Confira a matéria completa no Portal A Tarde
Minérios produzidos na Bahia devem liderar commodities em 2021
10/01/21 Fonte: Portal CBPM Preços de cobre, minério de ferro e ouro tendem a subir, puxados por consumo chinês e incertezas globais Terceira maior produtora de cobre do país e caminhando para o crescimento na produção de minério de ferro, a Bahia deve se beneficiar com o aumento desses metais no mercado internacional em 2021. A expectativa de empresários do setor é de que com a superação da crise do coronavirus, a China aumente sua demanda por estas commodities, principalmente cobre e minério de ferro e pressione para cima as cotações destes metais. “O minério de ferro é a matéria-prima do aço e o cobre é utilizado em circuitos elétricos, fios, cabos, etc. Então, quando a construção civil se aquece, aumentam as demandas por eles”, explica o diretor técnico da CBPM (Companhia Baiana de Pesquisa Mineral), Rafael Avena. O cobre baiano é produzido no Vale do Curaçá, região perto de Juazeiro, pela Mineração Caraíba. A empresa pretende aumentar em 10% a produção do minério a partir deste ano. Para isto, investiu R$ 58 milhões na reabertura da mina de Surubim, que estava fechada desde 2015. A ampliação deve gerar 250 novos postos de trabalho. Outro metal que tende a subir de preço neste ano, segundo Avena, é o ouro. “A questão neste caso é a segurança. Quando há incertezas na economia global, como estamos vivendo agora com a pandemia e os atritos comerciais entre Estados Unidos e China, as pessoas correm para um ativo mais seguro, que geralmente é o ouro”, diz o diretor. O ouro respondeu por aproximadamente 30% da produção mineral baiana comercializada em 2020, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM). As maiores produtoras deste metal precioso na Bahia são a Yamana Gold, em Jacobina, e a Equinox, detentora de minas em Teofilândia e Santaluz. Minério de ferro baiano depende da Fiol Atualmente, a Bahia possui 42 projetos relacionados à produção de minério de ferro, que virão a ser beneficiados pela implantação da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste). O maior deles é o da Bamin, que deve transportar 60 milhões de toneladas por ano de Caetité até o Porto-Sul, em Ilhéus. Segundo o presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm, mais projetos devem surgir conforme as pesquisas na região avancem. A ferrovia deve transportar ainda minérios vindos do norte de Minas Gerais e a produção do agronegócio no oeste baiano. Confira a matéria completa no portal da CBPM, clicando aqui.
SINDIMIBA participa do Agenda Bahia 2020
Imagem: Divulgação- Correio 24 horas. 09/12/2020 O SINDIMIBA participou na tarde de hoje da última etapa de 2020 do #agendabahia, no painel: “Estratégias de empresas para os novos tempos”. Paulo Misk, presidente do Sindimiba e presidente & CEO da Largo Resources e Vanádio de Maracás , Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem e Bruno Caldas, Gerente regional de tratamento e valorização de resíduos do Grupo Solví, trouxeram para o público como seus setores têm atuado e se adequado aos novos tempos. Tecnologia, sustentabilidade, respeito às pessoas e ao meio ambiente foram pontos de destaque no painel. Imagem: Youtube- Correio 24 horas Paulo destacou alguns números relevantes do setor mineral baiano dos últimos anos, falou sobre a cadeia da mineração e do quanto ela movimenta a economia e traz desenvolvimento aos municípios do interior baiano. Trouxe também um pouco da atuação que as mineradoras baianas vem tendo no apoio ao combate à pandemia do COVID-19. A íntegra do evento está disponível no canal do Portal Correio 24h no Youtube. #mineracaonabahia #sindimiba #mineracaosustentavel #sustentabilidade #mineracaoecomunidades #agendabahia @correio24horas
Líder na produção de oito minérios, Bahia tem nova província mineral na região Norte
Confira a matéria completa no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) Estado é quarto maior produtor brasileiro de bens minerais O Norte da Bahia pode ser a região responsável por abrigar uma das mais importantes províncias minerais do estado. Trata-se da Província Metalogenética do Norte, situada na borda norte do Cráton de São Francisco, onde foram descobertas mineralizações de fosfato, ferro, ferro-titânio-vanádio, níquel-cobre-cobalto, ouro, metais base e terras raras. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), a Bahia é o quarto maior produtor brasileiro de bens minerais e líder nacional na produção de barita, bentonita, cromo, diamante, magnesita, quartzo, salgema e talco. No primeiro semestre desse ano, a Produção Mineral Baiana Comercializada (PMBC) foi de R$ 2,9 bilhões, numa variação positiva de 43% em relação ao mesmo período de 2019. De acordo com a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), autarquia ligada à SDE, responsável pelas descobertas, a estrutura geológica da Província Metalogenética está relacionada a uma ampla diversidade de ambiências geológicas e intrusões de corpos anorogênicos, historicamente conhecidas como áreas altamente potenciais para mineralização. A área ainda precisa de pesquisas complementares até que se possa afirmar ou descartar a viabilidade para exploração.”
SINDIMIBA no Agenda Bahia 2020
Imagem: Divulgação- Portal Correio 24h 03/12/2020 A última edição de 2020 do Fórum “Agenda Bahia”, realizado pelo Jornal Correio da Bahia, contará com a participação do SINDIMIBA. O evento, já tradicional no meio empresarial baiano, tem como tema central em 2020 a influência do digital em nossas rotinas e veio reunindo ao longo do ano especialistas nacionais e internacionais. Será transmitido pelo canal do Youtube do portal Correio 24h (youtube.com/correio24h) no dia 09/12, das 10h às 20h. Paulo Misk, presidente do SINDIMIBA participará do painel: “Estratégias de empresas para os novos tempos”, conversando sobre como o foco nas pessoas e na tecnologia tem transformado a mineração. O painel que contará com a participação do SINDIMIBA vai ocorrer das 17:30h às 18:30h, com a moderação do editor e colunista do Correio Donaldson Gomes. Confira a programação completa do evento no site oficial, clicando aqui.
Mineradoras baianas vencem o prêmio “As Empresas do Ano”
05/11/2020 Imagem: Divulgação- Revista Brasil Mineral 4 mineradoras baianas estão entre as vencedoras da 37ª edição do prêmio “As Empresas do Ano-Setor Mineral”, a mais importante premiação do setor no Brasil. A Mineração Caraíba venceu na categoria Minerais não ferrosos, a JMC YamanaGold na categoria metais preciosos , Vanádio de Maracás na categoria Minerais ferrosos e RHI Magnesita na categoria Minerais Industriais/Fertilizantes. As vencedoras foram eleitas através de votação direta do público leitor da revista Brasil Mineral, formado por mais de 25 mil técnicos e empresários de todo o País. Mais um reconhecimento de que a mineração na Bahia segue crescendo, com inovação, tecnologia e atenção para com as pessoas, o meio ambiente e as comunidades. Confira a matéria completa no site da Revista Brasil Mineral.
Aberta votação para o prêmio “Empresas do ano”- Setor Mineral
21/10/2020 Fonte: Revista Brasil Mineral A revista Brasil Mineral está iniciando o processo de eleição das Empresas do Ano do Setor Mineral 2020. Normalmente a escolha das empresas é realizada no primeiro semestre, mas este ano, em razão da Covid-19, o processo foi transferido para o segundo semestre. A escolha é feita através do voto direto do público direta ou indiretamente ligado ao setor mineral e no processo são eleitas as mais votadas em cinco categorias (Minerais Ferrosos, Minerais Não-Ferrosos, Metais Preciosos, Minerais Industriais/Fertilizantes e Agregados). O público vota em uma lista de indicadas pelo Conselho Consultivo da revista, com base nos seguintes critérios: Política de crescimento – investimentos em novos projetos ou expansões; Inovações ou modernizações tecnológicas; Política ambiental – compatibilização de sua atividade com a conservação do meio ambiente; Política de recursos humanos e relacionamento com a comunidade. A votação pode ser feita através do endereço http://www.empresasdoano.com.br/ Confira matéria completa no portal da revista Brasil Mineral.
Mesmo com a pandemia, dinheiro da CFEM chega a triplicar nos municípios baianos
19/10/2020 Fonte: Portal CBPM A arrecadação de CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais) na Bahia cresceu 47% em relação a 2019. Os números são da Agência Nacional de Mineração (ANM) e contabilizam os valores arrecadados até agosto deste ano. Para os municípios, a entrada de recursos já soma R$ 32 milhões de reais. Os cinco municípios que lideram a lista de arrecadação neste ano são Jacobina, Juazeiro, Barrocas, Jaguararí e Itagibá. Destes, o que mais cresceu foi Juazeiro, passando de R$ 1,5 milhões em 2019 para R$ 5 milhões em 2020. A exploração de cobre na região é a maior fonte dos recursos. Outro destaque é Itagibá, que saiu de zero para R$ 2,5 mi em 2020 graças à extração de níquel, retomada em janeiro. Já a liderança de Jacobina vem principalmente da exploração de ouro. Os números mostram a força da mineração baiana, que segue na contramão da crise econômica provocada pelo surgimento da Covid-19 em todo o planeta. A Bahia é o quarto estado em volume de arrecadação de CFEM no país. Confira a matéria completa no portal da CBPM.
5º Seminário Mineração &/X Comunidades
30/09/2020 Fonte: Divulgação- Revista Brasil Mineral Apesar de fundamental para o desenvolvimento econômico do País, a mineração nem sempre é bem percebida pelos diversos atores – das empresas mineradoras aos moradores de comunidades impactadas pela atividade, passando por ONGs, instituições financeiras, órgãos governamentais, instituições e agências regulatórias – o que pode causar, em situações extremas, até a interdição das atividades de produção. Nesse contexto, a Brasil Mineral, órgão de comunicação dedicado à divulgação do setor mineral há 37 anos, reúne todos esses interessados num grande evento (Mineração &/X Comunidades, que chega agora a sua quinta edição) para discutir problemas em comum e buscar a harmonização de pontos de vista. Como tem acontecido com vários outros eventos, o 5º. Mineração &/X Comunidades acontecerá de forma virtual e será realizado em quatro dias (7, 14, 21 e 28 de outubro), das 14 às 16 horas. Dentre os temas a serem abordados, destacam-se: A Pandemia e as Novas Demandas das Comunidades; O Novo Normal – Como Será a Relação Entre Empresas e Sociedade Após a Pandemia; Mineração e Comunidades Tradicionais; A Diversidade nas Empresas; O Impacto das Novas Legislações sobre Barragens nas Comunidades; Consultas, Audiências Públicas e a Participação das Comunidades no Novo Normal; ESG – As Três Letras que Estão Mudando os Investimentos; e Governança – Como se dão as Relações de Poder Econômico, Político e Social nos Novos Tempos. O evento contará com a participação do SINDIMIBA e as inscrições podem ser feitas no site do evento ou clicando aqui.
Mesmo na pandemia, a mineração se valoriza
Imagem: Site Revista Brasil Mineral 06/09/2020 Apesar da pandemia, no segundo trimestre de 2020 a capitalização de mercado da indústria de mineração teve um crescimento de 32%, alcançando US$ 1,393 trilhão, enquanto o Índice de Preço de Exploração chegou a 135,9, o mais alto desde março de 2013, influenciado principalmente pelo significativo peso do ouro e pela performance positiva do preço do metal nos últimos três meses. Em contrapartida, os financiamentos para a atividade foram reduzidos em US$ 5 bilhões, chegando a US$ 7,2 bilhões. Considerando por regiões, o Canadá figura no topo da lista, com US$ 1,05 bilhão. O financiamento das majors se reduziram a cerca da metade do verificado no primeiro trimestre, enquanto para as juniors mais do que dobraram, indicando um forte mercado para os prospectores de ouro. A América Latina ficou em segundo lugar, com US$ 911,9 milhões, seguido pela Ásia, Pacífico e Oriente Médio (US$ 821,4 milhões), Austrália (US$ 818 mihões), Africa (U$$ 510,3 milhões), Europa (US$ 459,9 milhões) e Estados Unidos (US$ 421,4 milhões). Já os investimentos em Capex das 150 principais companhias mineradoras, com apresentaram uma redução de US$ 7,5 bilhões, com forte redução nas empresas que atuam na produção de metais base. Já as atividades de perfuração tiveram queda de 21% no número de projetos e de 17% nos furos realizados. Um fato positivo é que as métricas ainda estão acima dos níveis registrados em 2016. No total, havia, no segundo trimestre de 2020, cerca de 400 projetos em atividade. No que se refere a fusões e aquisições, foram observados no período 38 acordos, no valor total de US$ 4,12 bilhões, sendo que apenas o ouro respondeu por 75%, totalizando US$ 3,13 bilhões. Os destaques foram a aquisição da Alacer Gold pela SSR Mining, por US$ 1,9 bilhão, e da Tibet Julong Copper pela Zijin Mining, por US$ 453 milhões. Apenas estas duas transações representaram cerca de 41% do valor total no período. Confira a matéria completa no site da REVISTA BRASIL MINERAL, clicando aqui.